Aquele textão, tipo Wikipedia, só pra quem é curioso mesmo e quer saber (quase) tudo sobre a artista

Beatriz da Terra é artista visual autodidata e transdisciplinar, que pesquisa o jardim, adentrando as suas profundezas.

Beatriz da Terra é o nome assumido pela artista a partir de janeiro de 2025. Nasceu Beatriz de Oliveira Paiva, em Brasília – DF, em 12 de junho de 1984. Já assinou como Triz de Oliveira Paiva (2023/2025) e Bia Oliveira.

Formou-se em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo (2005). Atualmente, vive e trabalha em Brasília, num constante vaivém, entre a Capital e Cavalcante – GO, na Chapada dos Veadeiros, onde está construindo o seu jardim.

Sua trajetória inclui exposições em Goiás, Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo.

PESQUISA

Beatriz pesquisa o jardim, adentrando as suas profundezas.

Beatriz pesquisa o jardim, seja ele psíquico, seja ele de lama, estrume, acúleos, verdura ou flores, bem como todas as coisas que o habitam ou orbitam.

O jardim de Beatriz é como os sonhos, que podem ser compreendidos no nível objetivo, mas que ainda retêm uma realidade subjetiva.

Qualquer coisa que possa acontecer a um jardim, também pode acontecer à psiquê.

No jardim, Beatriz deixa que pensamentos, ideias, preferências, desejos e até mesmo amores, vivam e morram. Planta, arranca, enterra, seca, se alimenta, são muitos os verbos que a conectam de forma concreta com o ciclo da vida.

No jardim, Beatriz se move de acordo com a inspiração e a expiração da grande natureza selvagem, não contra ela. Durante a existência do jardim, a experiência que acontece ali é que se transforma em imagem.

METODOLOGIA

Quando se olha para o caráter subjetivo da narrativa que vai sendo construída com seu corpo de obra, é inegável que a formação em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo e sua experiência na área exercem influência relevante em sua pesquisa e nos seus processos.

Por exemplo, com uma abordagem que mescla rigor de investigação jornalística, narrativa visual e engajamento social, as obras acabam explorando temas contemporâneos da arte e da mídia.

Beatriz parte de fatos. Ela bebe em imagens do fotojornalismo. Esses fatos são levados para o jardim, passam por um endereçamento muito particular e são devolvidos com lirismo próprio da artista.

TEMAS

Temas da relação do homem com a natureza, a exemplo de tragédias/crimes ambientais, meio ambiente e cerrado.

SUPORTE

Beatriz da Terra utiliza suportes e materiais variados, assim como diversidade de técnicas, exemplo da cerâmica e outros elementos naturais, aquarela, acrílica e objetos. Além de usar o próprio corpo em performances.

PRÊMIOS

Prêmio:  4º Salão de Arte em Pequenos Formatos do MABRI – Museu de Arte de Britânia (2024)

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS 

Minha alma sofre em casa de argila, 2024. Museu das Bandeiras. Goiás – GO.

Rio. 2023. Museu das Mulheres – Galeria Rubem Valentim – Espaço Cultural Renato Russo. Brasília-DF.

Posição, oposição, imposição, exposição. 2022. Itinerante em casa – Casa Park. Brasília-DF

Flores para uma cidade gris. 2022. Corredor Cultural da Castália. Brasília-DF.

EXPOSIÇÕES COLETIVAS 

Obra têxtil. set 2024. Coletiva. MAC Niterói – RJ

Index Maskarada. set 2024. Coletiva. Galeria Index – DF

Sulear, 2024. set 2024 Museu Nacional dos Correios – DF

Falo de Erotismo. ago 2024. Coletiva. Galeria Vórtice – 

Mancha. 2024. Cerrado Galeria, Brasília-DF. 

2ª Exposição Pequenos Formatos. 2024. Oposta Espaço Inventivo. Limeira – SP.

A casa que carrego. 2024. Galeria Túnel, Parque Glória Maria – Rio de Janeiro – RJ

Corações à desmedida. 2024. Casa do Povo – São Paulo – SP

Obra Barro. 2023. Museu das Bandeiras. Cidade de Goiás – GO.

Formatos Mínimos. 2023. deCurators. Brasília-DF.

Rebrota. 2023. Artista selecionada. Medialab – UnB. Web-exposição.

Corações à Desmedida. 2023. Solar dos Abacaxis. Rio de Janeiro – RJ

Evento Obra. 2023. Arena Jovelina. Rio de Janeiro – RJ.

DevOrar a Antropofagia. 2022. Alfinete Galeria. Brasília-DF.

Regime do Fogo. 2022. Artista selecionada. Medialab – UnB. Web-exposição.

RESIDÊNCIAS ARTÍSTICAS 

Naco Residência Artística. 2024. Olhos d`Água – GO

Mancha. Residência Artística do Vilarejo 21, com Ralph Gehre. Brasília-DF.

Formatos MMínimos. Acompanhamento crítico de Marília Panitz. 2023. Vilarejo 21. Brasília-DF.

Devorar a antropofagia. Curadoria de Christus Nóbrega. 2022. Vilarejo 21. Brasília-DF

EXPOSIÇÕES FUTURAS 

Individual. Março/2025. Galeria Trama da Fundação Athos Bulcão. Brasília-DF. 

Carimbo Obra. 2025. Coletiva. MAB – Brasília-DF

PERFORMANCE OCUPAÇÃO 

O Intruso, 2024.. Alção do coletivo Maskarada na Alfine Galeria. Brasília/DF

Polvorosa, O Cortejo . 2023. Performance coletiva do Usina de Inventos na Mostra de Performance Aguapé no Museu Nacional da República de Brasília/DF.

Bóias. 2023. Ocupação Coletivo Usina de Inventos no espelho d’água do Museu Nacional da República de Brasília/DF.

Ocupação do coletivo Usina de Inventos. mar 2024. Praça dos Cristais – DF

COLETIVOS

Integrante do Maskarada

Integrante do Usina de Inventos

ACOMPANHAMENTO CRÍTICO 

Marco Antônio Vieira – 2023/2025

Suyan de Mattos – 2023

CURSOS LIVRES 

2024. Criar em Ruínas. Pina Cursos. Carga horária: 10 horas

2023. Arte e Natureza com a Prof. Magnólia Costa, pelo Adelina Instituto Cultural. Carga horária: 12 horas.

2023. Curso Poéticas do Habitar com a professora Denise Valarini. Carga horária: 12 horas (2023)

2023. Mentoria de portifólio – A Pilastra – com Gisele Lima

2023. Oficina de aquarela no Centro Cultural Renato Russo, com Flavia Mota. Carga horária: 36 horas.

2021. Cerâmica artesanal com Jovani Freire. 40 horas.

OUTROS

2023. Facilitadora da oficina Herbário Afetivo, sobre arte e natureza, no Vilarejo 21, com duração de 7 anos (2023).

2014-2022. Facilitadora de oficinas criativas para crianças no projeto Experimente Brincar.

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One response

  1. “O segredo, querida Alice, é rodear-se de pessoas que te façam sorrir o coração. É então, e só então, que você estará no País das Maravilhas.” Chapeleiro Maluco

    Que o seu coração sorria e que o Jardim de Beatriz seja sempre essa fonte de vida, onde os ciclos determinam as estações e os momentos de cada criação. Te amo, minha menina 🤍

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