Uma estranha forma de vida, exposição monográfica de Triz de Oliveira Paiva para a Fundação Athos Bulcão, inspira-se naquilo que a canção homônima da fadista portuguesa Amália Rodrigues evoca: a estranheza do funcionamento involuntário do coração como este órgão que, no corpo da espécie humana, aparenta alojar a dor e o sofrimento amorosos, à revelia de quem ama.








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